11 maio 2010

Memória desigual



Do outro lado da margem, vejo um ocaso que trouxe de pequena
Vejo um poema cantado lado a lado
Devagar, porque devagar se sentem os sons
Vejo o aroma dos sinais, margem serena e tão doce.

Do outro lado das palavras, que as tribunas proclamam
Vejo nos sentidos esta terra, perpetuadas  num conto
que o mundo me deu

3 comentários:

Sonhadora disse...

Minha querida
Nostálgico mas muito belo o teu texto, fica sempre algo para lá das palavras ...

Beijinhos com carinho
Sonhadora

Sonhadora disse...

Minha querida
Nostálgico mas muito belo o teu texto, fica sempre algo para lá das palavras ...

Beijinhos com carinho
Sonhadora

Leonardo B. disse...

[dentro do poema, não é a palavra, mas o mundo em si que se perpetua]

um imenso abraço, Milhita

Leoardo B.